10 causas da queda em cabelos femininos

 

Apesar de os problemas capilares atingirem homens e mulheres, é muito mais comum ver mulheres sofrendo por quedas abruptas de cabelo, e isso se deve as causas associadas que acabam as atingindo com maior frequência. Confira uma lista de fatores que afetam a queda em cabelos femininos.

1) Pós-parto

O pós-parto é um fator desencadeador do Eflúvio Telógeno, uma condição que se caracteriza pelo aumento da queda diária de fios de cabelo. Seu aumento é visto principalmente naquele bolo que cai no chuveiro ou fica na escova quando penteamos. O cabelo fica escasso e com aspecto fino, mas diferentemente das outras alopecias, essa perda aguda e progressiva de cabelo após doenças crônicas ou febris e também por estresse ou pós gestação é temporária e ações estimuladoras do crescimento capilar podem ser associadas para acelerar esse processo de recuperação.

2) Disfunções ginecológicas

As alterações hormonais decorrentes principalmente na menopausa e pós-parto; com o aumento do estrogênio e da progesterona, provocam ressecamento, a diminuição do volume e a queda dos fios. A maternidade é um momento de plenitude da vida, mas a queda de cabelo nesta fase ocorre porque o corpo utiliza micronutrientes para produzir o leite materno e nem sempre a puérpera tem estoque suficiente para manter também a saúde dos fios.

3) Fatores nutricionais

Dietas restritivas podem estar relacionadas com inadequado aporte de vitaminas e minerais, quadro comumente encontrado nas dietas da moda. Cirurgias, principalmente no aparelho digestivo e déficits nutricionais podem interferir diretamente no ciclo capilar, gerando encurtamento da fase de crescimento dos fios. Assim, os folículos entram precocemente na fase de queda , ocasionando perda excessiva dos cabelos.

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4) Menopausa

As alterações hormonais que ocorrem na menopausa acabam afetando os cabelos. Muitas mulheres sentem seus cabelos mais secos e finos. Isso ocorre porque o couro cabeludo fica mais ressecado, a densidade dos fios diminui e a duração da fase de crescimento desacelera, é a chamada fase anágena, que dura em média de dois a seis anos, mas não é uma doença.

5) Anemia

A anemia também não é uma doença, mas um alerta do organismo para várias outras. Trata-se de uma desordem nutricional que leva a uma deficiência de ferro, zinco e vitamina B12 no sangue. A carência desses minerais diminui a concentração de hemoglobina (proteína presente em células do sangue, fundamental para o transporte de oxigênio no organismo), o que resulta em sintomas como palidez facial, fraqueza e cansaço excessivos, falta de apetite e ainda a queda de cabelo. O distúrbio abala o couro cabeludo e a resistência dos fios. Muitas vezes é na queda dos cabelos, que se descobre o quadro anêmico.

6) Deficiência de Vitamina B12

A queda de cabelos está diretamente relacionada à deficiência de vitamina B12. O nutriente é fundamental para garantir a saúde dos glóbulos vermelhos do sangue, responsáveis por carregar o oxigênio para nutrir os mais diferentes tecidos do corpo, incluindo os folículos capilares. Os veganos são alvo deste problema e precisam suplementar o nutriente já que a vitamina B12 é obtida de fontes proteicas animais.

7) Hipotireoidismo

A tireóide é uma glândula localizada na laringe responsável por liberar a secreção dos hormônios tireoidianos. A produção de mais ou menos hormônios (hipertireoidismo ou hipotireoidismo) altera o ciclo dos fios, o crescimento fica mais lento e queda pode se acentuar.

8) Uso contínuo de medicações

O efeito colateral de algumas substâncias e medicamentos para o tratamento de tumores podem provocar a queda temporária dos cabelos. Na lista estão anfetaminas, acitretina, betabloqueadores, carbimazol, colchicina, heparina, isotretinoína, lítio, propiltiouracila, varfarina, e até o excesso de vitamina A.

9) Tabagismo
Abandonar o vício do cigarro não é uma tarefa simples, nem fácil. Mas uma coisa é certa, deixar de fumar sempre vale a pena. O tabagismo pode ser considerado um prazer, uma fuga, mas atrás desta sensação vem uma série de doenças cardiorrespiratórias e o câncer. Por isso, o quanto antes se parar de fumar ou diminuir a quantidade diária de cigarros, melhor para você e todas as pessoas ao seu redor.

10) Estresse

O estresse é um potencializador da queda capilar e as mulheres ainda sofrem com as alterações hormonais não somente da adolescência e do envelhecimento, mas também da fase reprodutiva. O estresse aumenta a produção de cortisol, um hormônio que acaba desregulando todo o organismo, com o seu excesso na corrente sanguínea, os fios se desprendem dos folículos e caem, no chamado eflúvio telógeno.

A avaliação Fill pode apontar se a queda é decorrente das mudanças fisiológicas naturais, e o nosso tratamento pode ajudar. A terapia combinada Fill vem atuar na recuperação capilar, levando nutrientes diretamente ao couro cabeludo, estimulando os bulbos e fortalecendo os fios.

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O que vocês afirmam em avaliação é o diagnóstico para minha queda de cabelo?

O diagnóstico só pode ser propriamente afirmado com uma biópsia. No entanto, o histórico do cliente aliado ao exame físico e à tricoscopia possibilitam grande acurácia na sugestão da causa da queda e afinamento capilar.

(A queda de cabelos pode ser devida a fatores pontuais, que controlados levam à cura. Já a calvície…) A calvície tem caráter progressivo e não tem cura. A Fill consegue controlar e evitar a progressão da calvície, e em muitos casos, estimular a produção de novos fios. Tudo depende do estágio que será afirmado durante a avaliação.

Nosso método é superior a outros métodos, porque graças a nossa técnica exclusiva de controle de velocidade, profundidade e dispersão de produto, garantimos que os ativos sejam entregues diretamente na derme, onde está localizado o folículo. O microagulhamento não é recomendável fazer em períodos menores de um mês, porém, com a nossa terapia intensiva, intercalamos uma sessão de fototerapia + infusão de nutrientes nas primeiras sessões do tratamento para que os resultados sejam ainda mais rápidos.

Por segurança, não indicamos o tratamento a gestantes, lactantes e em tratamento de câncer. O seu médico deverá ser consultado e consentir com o tratamento.

O estímulo do folículo provocado pelo tratamento da FILL, estimula produção de novos fios. O fio que já está desprendido da matriz, na chamada fase telógena, precisa sair antecipadamente liberando espaço para o novo fio. Como o estímulo é feito em todo o couro cabeludo, pode acontecer uma queda aumentada no início do tratamento, e que perdura por aproximadamente três meses. Esse efeito é chamado de eflúvio telógeno antecipado e é perfeitamente normal, esperado, mas não obrigatório.

A queda de cabelo é multifatorial, além de ter muitas variáveis envolvidas como: tempo de queda, grau de progressão, histórico de vida, etc. Sendo assim, as respostas são individuais com variabilidade no tempo e na expressão da resposta de cada indivíduo. Garantimos o uso da melhor tecnologia combinada para estímulo de dentro para fora, e também as melhores orientações e recomendações.

A dor é uma sensação muito particular, além do que o limiar dela pode variar conforme os dias. Aplicamos técnicas de compressão nervosa no couro cabeludo pra te dar um pouco mais de conforto, além de ajustarmos o parâmetro de profundidade da máquina sem qualquer prejuízo ao resultado.

A prescrição de medicamentos somente deve ser feitas por médicos, e se, durante a avaliação forem identificadas doenças que necessitem medicação, o tratamento médico será recomendado.

A queda de cabelo é multifatorial, e pode ter vários estágios. Além disso, o estímulo é feito diretamente no folículo, e como qualquer outro tratamento, as respostas variam em cada pessoa. Assim, não seria correto afirmar uma porcentagem de resultado. Mas, de acordo com sua avaliação, poderemos sugerir uma expectativa de resultado para o seu caso.